Novo programa traz raízes e histórias de família

Novo programa traz raízes e histórias de família

Novo programa, gravado em casa, traz raízes e histórias de família

foto: Raquel Beolchi

Chef TV desponta tendência e promove estreia de programa via streaming e televisão.

por Mariana Veltri – jornalista da Chef TV

Se cozinhar é um ato de amor, este é o sentimento que transbordou ao fazer a entrevista com essa figura ilustre da matéria. Ator e escritor, agora Arthur Haroyan é também apresentador e faz parte do time da Chef TV. Seu novo programa “Um Armênico na Cozinha” estreia neste domingo, 28/06, às 19h, no canal. A estreia será simultânea em TV e redes sociais. Fato inédito na Chef TV, uma adaptação em tempos de pandemia e, pode-se dizer, uma tendência que vem consolidando em estreias streamings.

Tudo começou com uma brincadeira. Trancado dentro da casa, em tempos difíceis, quando não se pode sair devido à Covid-19, Arthur começou a fazer receitas rápidas e postar em suas redes sociais e canal de YouTube.

“Foi quando minha grande amiga Bete Barbisan, que é a produtora executiva do programa “Um Armênico na Cozinha”, sugeriu mostrar as receitas para o Chef TV. Eles adoraram. Criamos uma equipe, convidamos o editor Rodrigo Briones e fizemos 10 receitas. Tudo foi gravado em casa”, conta o apresentador embalado por um leve sotaque, que vocês logo mais vão poder conferir nas telinhas.

E tudo foi feito a partir de um celular. Todos os episódios gravados em casa. Teve uma externa em que precisou se munir de máscara, devido ao novo contexto que estamos vivendo.

“Tentei utilizar o máximo que tinha, o espaço, a luz. Gravávamos, regravávamos. Eu tive que cortar meu próprio cabelo com máquina, fazer minha barba para não parecer um homem de caverna. Uma vez o prato não deu certo e não tinha como sair de casa para comprar os mesmos ingredientes, pois tudo estava fechado. Senti muita falta de um equipamento maior para que os vídeos ficassem com mais qualidade, mas as mãos mágicas de um editor pode fazer milagres. É uma aprendizagem de como fazer para não enlouquecer trancado dentro da casa no meio de uma pandemia”, brinca.

Realização de um sonho

Seu sonho sempre foi a TV. Há 11 anos largou o exército, deixou sua cidade ao norte da Armênia, Vanadzor, família, e veio batalhar um espaço nas telinhas. “Estar na TV é uma grande honra. É uma responsabilidade imensa! Os horários das pessoas variam, alguns dormem de dia, outros trabalham à noite e não há nada melhor de ligar TV da sua casa o horário que quiser para ver receitas deliciosas. Principalmente eu adoro comer e ver comida na TV 24 horas é mágico”, comenta rindo.

Estar em um canal só de gastronomia e passar as tradições do povo e da cultura milenar é uma realização. “Eu diria que este programa é mais sobre minhas histórias, experiências da vida do que sobre receitas. Acho legal misturar tudo isso. Espero que o espectador do Chef TV goste!”, contempla.

Relatos de família aparecerão entre um episódio e outro. Sempre cercado por mulheres, como sua mãe, tias, avó, irmãs e primas, Arthur destaca a força em cada uma delas e sua admiração. “Mesmo em tempos difíceis, como guerras, regimes, terremoto essas mulheres se demostravam do lado mais forte do que os próprios homens. Isso eu valorizo muito e chamo a minha avó como heroína das minhas histórias. Se você assistir o programa “Um Armênico na Cozinha”, o tempo todo essas particularidades estão presentes nas minhas narrações, lembranças e receitas”, registra.

A marca da família

Sua avó, dona Adelina, é a responsável pela relação do apresentador com a cozinha. Tudo começou em volta de uma mesa grande de madeira, quando a família se juntava para comer Harissa, especialidade dela.

“É um prato tradicional e muito antigo feito de cevada, frango (ou carneiro) temperado com manteiga caseira e pimenta-do-reino. Minha preparava essa comida todo sábado, cantando e ao mesmo tempo tarefando tudo mundo para cortar algum dos produtos ou acender a fogueira… Mas aprendi cozinhar no exército, entre as fronteiras da Armênia e Turquia. Lá, muitas vezes tínhamos que nos virar, improvisar com produtos que tinham na nossa sede militar”, lembra.

Arthur Haroyan não é chef de cozinha nem sabe fazer comidas gourmets e antes de finalizar cada episódio, passava pela aprovação da avó, virtualmente, via Skype. “Tudo o que eu vi naquela mesa grande de madeira da casa da minha , tentei passar no programa. Nunca fui apresentador, mas também é um tipo de atuação, como se fosse um personagem novo. Estava muito ansioso para contar a novidade. A minha avó foi a primeira a saber. Ela ficou feliz mas, ao mesmo tempo, deu ordens de não colocar muita pimenta, não exagerar no sal etc.”, recorda.

Para quem está curioso em conhecer as receitinhas da região, a cozinha armênia é muito rica em temperos, usa-se muita coalhada (iogurte natural) e pratos a base de grãos. “Muitos pratos se originaram lá e depois começaram a espalhar pela Ásia, Europa e Oriente Médio. Aquele charutinho de folha de uva que vocês comem nos restaurantes árabes tem origem armênia”, explica Haroyan.

Sobre projetos

Arthur Haroyan gostaria de ampliar o projeto “Espero ganhar uma temporada nova com um tempo maior para desenvolver tudo isso ainda mais. Mostrar para os brasileiros essa cultura de perto, talvez um programa com as viagens para aquela região”, compartilha seu sonho.

Mas diz que primeiro gostaria que essa pandemia acabasse o mais rápido possível. “Gostaria que as pessoas voltassem ao seu normal. Quero logo voltar a atuar, dirigir, ter contato com a minha plateia e comer quilos de acarajé quente”, comenta.

Para quem está indagando sobre a origem do nome do programa, nesses anos todos que está no Brasil, ele já foi chamado de tudo: alemão, português, gaúcho, gringo, turco… “O mais engraçado era ser chamado de armeniano e armênico. Ambas alternativas estão erradas, mas adotei este epiteto para definir a minha nacionalidade. O meu livro autobiográfico que logo será lançado se chama “O Armênico”. Talvez para as pessoas é fácil chamar assim, tipo Itália – Itálico, Armênia – armênico”, finaliza rindo.

Acompanhe:

Para conhecer o trabalho do Arthur, navegue em suas redes sociais: @arthurharoyan – Instagram e @arthurharoyanoficial – Facebook.

O programa terá estreias aos domingos às 19h e reprises oficiais às terças, 15h15, quintas, 11h15 e sextas às 21h30.

Onde assistir:

Vivo TV Fibra – canal 631 (HD) SP

Oi TV – canal 139 (Rio de Janeiro e Belo Horizonte)

Oi Fibra – canal 139,

Oi Dth – canais 139 e 105

Nossa TV – canal 57

YouTube: Chef TV Brasil

Instagram e Facebook: @cheftvbrasil

Entre no Efeito Sanduíche e faça o bem para alguém

Entre no Efeito Sanduíche e faça o bem para alguém

Entre no Efeito Sanduíche e faça o bem para alguém

Flávia Torres - voluntária preparando o sanduíche

Flávia Torres – voluntária preparando o sanduíche. Ao lado, recadinho das embalagens.

Pandemia incentiva atos coletivos de solidariedade.

São Paulo, 16/06/2020 – por Mariana Veltri – jornalista da Chef TV

São diversas as ações para ajudar a população mais fragilizada. A ONG Intervenção Social criou o projeto Efeito Sanduíche, com o objetivo de criar uma rede de montagem de sanduíches para doação. Nesta terça-feira (16/06), às 19h, a apresentadora Paula Weber, de Pitadas & Palpites, vai fazer uma LIVE no instagram da Chef TV, fazendo o sanduíche buraco quente, uma das receitas do projeto.

Uma ação tão bacana, que a Chef TV não podia deixar de divulgar e conversou com a Paula e a cofundadora do projeto, Clarice Philigret. Idealizado por Muriel Matalon, o Efeito Sanduíche nasceu da certeza de que a sociedade civil pode e deve se mobilizar em prol do bem comum. Foi tudo muito bem planejado, a começar pelo nome. As confundadoras quebraram a cabeça para encontrar um nome simples que destacasse o efeito positivo de propagação em cadeia que uma boa iniciativa ou ação proporciona.

Efeito Sanduíche abraça todo o processo por trás dessa linha de produção solidária que tem como resultado final a entrega de um alimento recém-feito com cuidado, carinho e responsabilidade social. A fome é um problema já existente e que piorou muito com a pandemia. Optamos pelo buraco quente por ser um sanduíche prático, gostoso e com alto valor proteico”, explica Clarice.

Além da opção de carne, também tem a versão com frango. Em breve querem ter uma opção vegetariana. O Efeito Sanduiche pode ser feito individualmente ou em família, sem sair de casa, sem exposição.

A apresentadora Paula Weber já participou da ação. “É muito legal, muito bem feito. Entregam tudo na sua casa. Já fiz a semana passada, leva uma hora e meia. Fiz sozinha e é muito tranquilo. Eles mandam os kits e vem tudo, a carne, o pãozinho, o molho. Tudo na quantidade certa, com instruções de como fazer, você não usa nada da sua casa. Faz o cozimento, põe na geladeira 15 minutos pra resfriar rápido, também pra conservar melhor, e você entrega para a pessoa que vem retirar. Uma ação simples e que vai multiplicando”, diz.

A operação começou em meados de maio em São Paulo. Neste final de semana completaram a quarta semana de operação e simultaneamente estrearam no Rio de Janeiro. Em menos de um mês foram 12 mil sanduiches doados e mais de 25 grupos de apoio atendidos, incluindo a Pastoral do Povo de Rua, o Exército da Salvação e Centros de Acolhida Temporária.

Paula ficou encantada com a ação. Quando entrou em contato com eles, soube também que os sanduíches eram distribuídos na linha de frente do HC. Diariamente são entregues cerca de 600 sanduíches.

“Como é fácil fazer o bem. É uma coisa tão pequena, mas que ajuda tanta gente… você gasta uma hora da sua semana pra fazer isso. E ajudar o outro é uma coisa que precisa ser incorporada na nossa vida. Ser solidário é fundamental. Uma das vantagens dessa pandemia foi redescobrir a solidariedade”, reflete Paula Weber, que também dá aulas de gastronomia para crianças como voluntária em uma instituição.

Clarice Philigret enfatiza que o sucesso e a força da operação está no trabalho coletivo, “desde a nossa equipe, aos parceiros, apoiadores e aos mais de 120 voluntários que vestem a camisa e colocam a mão na massa. As crianças também participam muito, seja ajudando no preparo ou desenhando recadinhos nas embalagens. É esse comprometimento e carinho que nos faz acreditar na possibilidade de uma sociedade mais justa e sustentável”, reforça.

Como participar e como funciona:

Os kits são gratuitos. As carnes, os organizadores conseguem um desconto dos açougues parceiros. Quem gostou da ação, mas não quer fazer os sanduíches, pode contribuir ajudando com doações dos ingredientes, embalagens ou mesmo com o custo para cada kit, que sai R$ 90,00 cada.

A pessoa voluntária precisa ser indicada por alguém, a central do projeto cadastra essa pessoa. O voluntário recebe o kit com ingredientes, a receita, embalagens para 30 sanduíches e tutorial para a montagem em casa e regras de higiene com recomendações da OMS.

É feito um mapeamento onde os kits devem ser entregues e a distribuição fica a cargo dos líderes comunitários ou assistentes sociais para a população que está mais fragilizada.

Cada kit tem uma caixa que vem com, 30 sacos de papeI embaIagem, barbante, ingredientes da receita, 1 par de Iuvas e 1 toca descartáveis, a receita e instruções de manuseio.

Para entrar em contato, envie uma mensagem para 11 94388-9301 ou para efeitosaduiche@gmaiI.com. Você pode também acompanhar a ação pelo instagram: @efeitosanduiche.

FICHA TÉCNICA:

Idealização: Muriel Matalon

Fundação: Clarice Philigret, Muriel Matalon e Zoe Matalon

Identidade Visual: Agência Buurt

Redes Sociais: Zoe Matalon

Produção: Priscila Casale

Consultoria Jurídica: Autuori Burman Advogados

Banco De Dados: Karen Brand

Produção Executiva: Clarice Philigret e Muriel Matalon

Institucional: Carina Stepien

Transporte: Ítalo da Costa Lima e Flávio Lima

Apoio De Produção De Alimentos: Quituteria

Apoio Logístico: Hamburguinho e Vaca Veia

Realização: Intervenção Social (Ong)

Das lives para a TV. Chefs conquistam seguidores da Chef TV

Das lives para a TV. Chefs conquistam seguidores da Chef TV

Das lives para a TV. Chefs conquistam seguidores da Chef TV

Sabores e Delícias da Zu terá programa exclusivo no canal.

por Mariana Veltri – jornalista da Chef TV

Os personagens de hoje param congressos de gastronomia. O carisma desses dois deu alquimia e o resultado foi o projeto Sabores e Delícias da Zu. Zuleika Nunes e Rubens Malaquias, por onde passam, arrastam uma legião de fãs. Não foi diferente com os seguidores da Chef TV. Despertaram a atenção do público a partir das lives de quarentena, no projeto #FiqueEmCasaComAChef. Deu tão certo que o próximo passo é um programa de televisão na Chef TV. O projeto está em andamento e em breve, darão início às gravações.

Os chefs acreditam na importância das pessoas se reinventarem, de acreditarem nos seus sonhos e darem o primeiro passo.  Agora é começar a pensar no nome do programa. “Nós já estamos vivendo um sonho com nossas lives! Nos formamos em gastronomia tem um ano e meio e nesse tempo já vivemos tantos sonhos e nos alegramos e comemoramos cada um deles”, contam felizes.

Zuleika Nunes era da área de ciência da computação e cozinha desde os 10 anos. Rubens Malaquias aprendeu a cozinhar ainda pequeno com a mãe, observando-a a preparar as refeições. Foi num concurso da escola de gastronomia que os dois se conheceram e se tornaram sócios no grupo Sabores e Delícias da Zu.

“O grupo surgiu de um sonho de dois amigos que amam gastronomia, de levar nosso melhor a nossos clientes e alunos. A proposta é justamente mostrar que a gastronomia tem uma gama incrível de sabores que pode proporcionar experiências resgatando a memória afetiva de alguém; ou ainda que o sabor da comida, por ser especial, irá ficar em sua memória”, completam.

Eles têm um buffet de feijoada que atende Brasília e Goiânia. “Fazemos toda parte da defumação dos embutidos que usamos para dar mais sabor ao prato, ministramos aulas em Brasília e também participamos de congressos por todo o país”, informam.

Os pratos que fazem têm uma pegada do regionalismo, porém, pela própria  gastronomia ser muito rica em pratos diferenciados com técnicas diversas, acabam imprimindo no prato influências de outros países também. “O legal desta arte é isso, é passearmos por várias regiões e colocar tudo isso em um só prato. Adoramos misturar sabores e como sempre trabalhamos com muita alegria e amor ao que fazemos, creio que esse tempero acaba ficando sempre presente em nossa comida”, registram.

O amor, comprometimento e carinho pelo que fazem está em cada live que se assiste com os dois. “Amo ver as pessoas comendo o que faço. Adoro reunir meus amigos em volta da mesa, servir-lhes diferentes pratos, com texturas, cores, sabores diferentes, para que possamos experimentar sensações que a gastronomia nos permite”, diz a chef Zuleika.

Para o chef Malaquias, “cozinhar é uma alquimia onde tempero e aromas se unificam em um só sabor”. E a chef Zuleika acrescenta: “tem uma frase de Mia Couto, escritor moçambicano, que diz: ‘Cozinhar é o mais privado e arriscado ato. No alimento se coloca ternura ou ódio. Na panela se verte tempero ou veneno… Cozinhar é um modo de amar os outros’. Então cozinhar pra mim também é uma forma de amar!”

Além de inovar nos pratos, o momento atual é reinventar-se! “Lives sempre existiram, mas não como tendência, como está agora. Houve um crescimento muito grande desse setor, o que é bem legal. As lives de gastronomia têm essa função, além de ensinar, entreter, levar alegria e aconchego, mostrar às pessoas que elas não estão sozinhas, que estamos todos juntos, os restaurantes atendendo por delivery”, ressalta Zuleika.

“Vejo grandes mudanças boas, acompanhamos pessoas nos falando que não sabiam preparar um determinado prato, hoje em dia preparam mais coisas com o que aprendem conosco. Quanto aos buffets e restaurantes tendem a aperfeiçoar seus cardápios”, completa o chef Rubens.

Para quem quiser os serviços do Sabores e Delícias da Zu, pode contatar os chefs pelo telefone: (61) 98400 68 70 ou pelas redes sociais: @saboresedeliciasdazu.

Dia dos Namorados com Amor Multiplicado

Dia dos Namorados com Amor Multiplicado

Dia dos Namorados com Amor Multiplicado

Faça a diferença na vida de alguém e pratique um ato solidário – instituição oferece kits para um jantar romântico.

por Mariana Veltri – jornalista da Chef TV

Com o cenário de pandemia, o que mais temos visto é empresas, instituições e pessoas se reinventarem para sobreviver, além de muita solidariedade. Como forma de ajudar a ONG Alquimia, instituição que ajuda crianças em vulnerabilidade social, no entorno da Av. Roberto Marinho, em SP, grupo de empresas e moradores da região se uniram para montar 50 kits como proposta de presente para o Dia dos Namorados. Além presentear com um jantar a pessoa amada, quem compra ajuda uma causa social.

Dos 50 kits já foram vendidos 42. Cada cesta vem com uma escultura de flor em forma de coração, garrafa de vinho, filé mignon e molhos para um foundue. E toda a renda é revertida para a associação, que ajuda 97 famílias e 130 crianças de 3 a 13 anos.

Crianças aprendem o cultivo da horta.

A ONG Alquimia transforma a vida dessas crianças em estado de vulnerabilidade social. Promove cidadania através da pedagogia Waldorf. Como um complemento da escola, oferece suporte pedagógico, estimula atividades em grupo, aulas de música, costura, culinária e artesanato, dando atenção e despertando a habilidade em cada criança.

Ana Paula (a quarta da dir. para a esq.) e equipe da ONG Alquimia

“Tivemos que nos reinventar, pois parte da manutenção dos projetos sociais são financiados pelos eventos, que foram cancelados. Sem perspectiva de quando poderemos nos reunir, começamos a inovar. Com a suspensão das atividades de aglomeração, veio essa ação para o Dia dos Namorados e foi bastante receptiva, porque as pessoas hoje querem ajudar de alguma forma. E além de presentear, estão multiplicando o amor, porque estão fazendo também uma ação social. Essa renda será revertida para a ONG Alquimia”, explica Ana Paula Minervini, gerente de responsabilidade social do Instituto AW, que faz parceria com a ONG, e está à frente do projeto como voluntária.

Entre as empresas envolvidas estão a Meat Club, Vendi Vinhos, Flores de Mah. Os moradores da região se engajaram e conseguiram bombons da Cacau Show. A empresária Carol Catistti, sócia da Meat Club, foi procurada pela Ana Paula, que estava mobilizando uma festa junina virtual, e propôs ajudar com alguma coisa para o Dia dos Namorados, quando então foi criada essa ação.

“A Ana Paula me procurou para entrar em parceria com os espetinhos para a festa junina e como desde que conheci fiquei encantada com as ações deles, pensei numa forma de ajudar a arrecadar fundos antes mesmo deste evento”, completa Carol.

Para quem ainda pensa em dar um presente para o Dia dos Namorados, as encomendas podem ser feitas pelo telefone: (11) 98432-3311.

E os interessados em conhecer a ONG Alquimia e colaborar com a festa junina, o Arraiá do Bem será realizado no dia 28/06, às 17h. Quem colaborar, irá receber caixas com comidas para o arraiá, que será todo virtual, com banda de forró, brincadeiras e muito mais.

Conheça o projeto: www.alquimiaong.org.br e siga pelas redes sociais: @alquimiaong.

Simples, sem glamour e explosivo em sabor

Simples, sem glamour e explosivo em sabor

Simples, sem glamour e explosivo em sabor

Um restaurante de entrada discreta com um enorme corredor: assim iniciei a jornada de 2020 pelo mundo da gastronomia.

São Paulo, 08/01/2020 – por Mariana Veltri

Era uma quinta-feira, 02/01, minha irmã e eu caminhávamos por Back Bay, bairro charmoso de Boston, um convite ao consumo. Passávamos por Boylston Street, uma das ruas mais badaladas da cidade, onde tem o Shaking Crab, um restaurante conhecido por ter deliciosos pratos com lagostas.

Depois de uma boa caminhada, já com os carregados casacões de frio sobre os braços, os raios de sol batiam nas águas do lago do Public Garden e refletiam em nossos rostos. Uma brisa refrescante aumentou nossa fome. Nos olhamos, decidimos frear nossa ansiedade em conhecer coisas novas e escapar das compras e redes Wi-fi liberadas para saborear a tal lagosta do Shaking Crab, já indicada até por nosso irmão, que vive no Canadá, mas foi monitorando as maninhas com seu jeitinho atencioso.

Boston encanta, com suas casas de tijolos permeando a grande cidade, cercada por formosos rios como o Charles River e o Oceano Atlântico, onde se tem o Porto de Boston, com barcos nas encostas. Um convite a uma gastronomia que vem do mar.

Éramos nós duas. Longe de nossa família, improvisando ainda as refeições. Pós-ressaca emocional, resolvemos nos presentear com uma saborosa refeição no Shaking Crab. Estávamos preparadas para encontrar um local ajeitadinho e gastar um pouco nossos dólares. Chegando lá, era uma portinha que se abria e dava para um corredor comprido com mesas pretas dispostas lado a lado, sem muito charme. Na única mesa ocupada do local, dois amigos comiam, a partir de um saco plástico, um curioso prato com frutos do mar. Nas mãos calçavam luvas e em torno do pescoço deles, sustentavam cada um, um “babador”!

Local sem cerimônias, porém a indicação que nos vinha era de que era delicioso e não poderíamos perder. Pedimos um mix de camarões com minilagostas, com essência de limão. Enquanto o prato não chegava, não resisti e pedi o acesso do Wi-fi, porém não era liberado para os “guests”. A ansiedade de estar num local sem muitos atrativos, redobrou a fome.

A garçonete forrou nossa mesa com papel e colocou o kit de luvas e guardanapos. Mais alguns minutos… estava nosso pedido em nossa frente: camarões e lagostas mergulhadas num molho dentro de um saco!

Confesso que a olhos nus não era muito atrativo. Luvas calçadas e mãos à obra! Estávamos preparadas para destroçar as pobres lagostinhas. Não tínhamos muita experiência em quebrar com as mãos as preciosas do mar. À nossa maneira, fomos tentando desmistificar seus cascos e enfim chegar na carne delas. Um ritual que começou a me incomodar, porque vinha um negócio esponjoso perto da cabeça e comecei a ficar encanada se aquilo se comia ou não. Quase nada de carne… minha irmã já imersa nas delícias do paladar, comia com mais confiança, mas um pouco desajeitada. Dei preferência em comer os camarões, que me eram mais familiares.

A cena devia estar patética! A garçonete, percebendo nossa falta de jeito, delicadamente veio nos demonstrar como se comiam as pequenas lagostas. Vestindo uma luva, pegou uma de nossas lagostas, apertou as laterais de seu corpo e retorceu. Num passe de mágica, a casca todinha da lagosta se abriu! E por dentro era muita, muita carne!

Pronto, podíamos, enfim, nos deliciar! Olhei para baixo do pano que estava amarrado ao pescoço, era um monte grande de lagostinhas desperdiçadas… o jeito era se contentar com o que ainda restava em nosso plástico! Lembrar da coreografia das mãos da garçonete… e pronto! Foi só alegria! Desfrutamos então de um prato que pode se chamar dos deuses!

Conheça lá: www.shakingcrab.com

Sem Pão Sem Manteiga? Aqui na Chef tem!

Sem Pão Sem Manteiga? Aqui na Chef tem!

Sem Pão Sem Manteiga? Aqui na Chef tem!

Novo programa da Chef faz releituras dos pratos do dia a dia em versões mais saudáveis.

Um projeto virtual que virou programa. Estamos falando de Sem Pão Sem Manteiga, uma novidade da Chef TV, que vem conquistando os telespectadores e também as redes sociais. Apresentado por Marcela Garcia, o público pode conferir todas às quintas, às 21h, na telinha ou pelo YouTube (Chef TV Brasil) e app Chef TV Play. A apresentadora é uma apaixonada pela alimentação. Nutricionista e chef internacional há 10 anos, vem colecionando experiências na cozinha desde então, onde atuou em restaurantes e hotéis.

“Tenho também vasta experiência como chef consultora no mundo corporativo há mais de 7 anos e atualmente venho trabalhando com inovação culinária para grandes marcas, liderando a busca por tendências e inovações no mundo da gastronomia a fim de traduzi-las em produtos para a população”, explica Marcela.

A chef e nutricionista une sua paixão pela gastronomia, pelos alimentos e pela saúde na criação de seus projetos e um grande exemplo disso é o blog Sem Pão Sem Manteiga e o programa homônimo que apresenta na Chef TV.

Tudo começou como um perfil no Instagram. “Compartilhava as receitas do meu dia a dia, com técnicas culinárias adequadas e escolha inteligente dos ingredientes. Depois o transformei em um blog, mais pra catalogar todas as receitas e ser mais fácil e visual de encontrá-las”, conta.

O próximo passo foi virar programa de TV, no intuito de impactar mais pessoas. “Sinto que existe um estigma muito forte de que se alimentar bem exige abrir muito a mão de coisas gostosas, e o intuito do programa é desmistificar isso. Lá ensino quiche, bife à parmegiana, estrogonofe, tudo muito delicioso e com substituições inteligentes. Além do mais, eu amo gravar e fazer o programa chega a ser uma diversão!”, comemora a apresentadora.

Marcela é formada em Nutrição pela Unesp de Botucatu. Fez Gastronomia no Senac em São Paulo e se aprimorou na Le Cordon Bleu em Paris. Hoje está terminando uma pós em Gastronomia Funcional na Anhembi Morumbi.

Quer mais um pouquinho dessa experiência?! Acompanhe a Marcela aqui na Chef!!

Canais:

Vivo TV – canais: a cabo 17 SP – DTH 554 e 76 fora de SP – fibra 25 / 631 SP

Oi TV – canais: satélite 105 ou 139 (Brasil)

Nossa TV – canal 57 (Brasil)

Costa do Sol – canal 116 (Cabo Frio / RJ)

TV Light – canal 98 (Varginha/MG)

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